
Na cama, á noite, quando penso em meus defeitos exagerados, fico tão confusa pela quantidade de coisas que tenho para mudar, que não sei se rio ou choro. Então, durmo com a sensação estranha de querer ser diferente do que sou, ou o contrario de que quero ser, ou apenas, ser diferente do que sou e do que quero ser.. Minha nossa agora estou confundindo os outros também.. Mas não seria natural, natural é as pessoas se transformarem com o tempo, natural é encontrar.. perder.. reencontrar..
Linhas paralelas se encontram no infinito, o infinito não acaba, o infinito é o nunca.. ou sempre!
Depois que acordo, há uma coisa que continua dormindo e fica lá longe.. bem longe de mim..
Logo, bate aquele desejo de procurar respostas, as minhas respostas, dentro dos outros, dentro de um alguém, mas sempre esqueço que esse alguém, simplesmente.. sou eu!
Sou um livro e as respostas estão aqui, mas tenho preguiça de ler..
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