terça-feira, 27 de julho de 2010

Fugas esmagadoras

Capazes de lutar em busca do amor e levantar depois da perda, acostumados a derramar lagrimas de lembranças e cansados dos amores passados.
Sentir o prazer de vencer e evitar a rotina da dor.
Ouvir o som dos pássaros e conselhos dos sábios.
Tomar suco de laranja no campo e dançar tango com uma taça de vinha branco.
Gritar quando der vontade e dizer bobagem como se fosse a ultima viajem.
Insatisfaçoes nas segundas e quintas não há festas nem trilhas, tudo não se passa de pequenas armadilhas.
Um fusca amarelo e azul para eu dirigir e enfim fugir de toda essa falsidade.
Fãs alucinados com desejos remendados realizando seus sonhos que ficam sempre bem guardados.
Procurando algo para amar e depois proclamar pelo seu próprio amor.
Sem começo e fim tendo sempre a obrigação de prosseguir.
Tentando entender o que não faz sentido nesse tempo corrido e nesse vento violento que corre fingido.
Aperfeiçoar o que temos e aprender o que ainda deve amadurecer.
Perder as manias e patifarias.
Acabar com a fronteira da nostalgia.
Essa hipocrisia que não acaba, só nos resta a desarmonia de poder saber e não fazer nada.
Por fim vou continuar a cuidar do meu jardim, aprender latim e assim tentar viver uma vida nascida e prometida.

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